quarta-feira, 10 de outubro de 2012
MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, ORGULHO DE TODOS OS BRASILEIROS
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Restauração terá 151 novos leitos de retaguarda
A unidade também passa a contar com um tomógrafo e a parte de emergência será reformada
O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta sexta-feira (5), durante visita ao Hospital da Restauração (HR), os novos 151 leitos de retaguarda e a reforma da ala de urgência da unidade, além do funcionamento do tomógrafo, equipamento adquirido com recursos do S.O.S Emergências, que contribuirá para a realização de exames garantindo a assistência aos usuários no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Ao todo, são 151 leitos de retaguarda para garantir o atendimento à população. De imediato, vão ser habilitados 40 leitos junto ao Hospital Alfa para atendimento de pacientes neuroclínicos, com custeio anual de R$ 3,7 milhões. Esta medida ajudará a desafogar a emergência do Hospital da Restauração.
“Os novos leitos de retaguarda vão proporcionar condição mais digna de atendimento aos usuários do SUS e faz parte da primeira meta de desafogar os corredores da emergência desta unidade. Essesleitos vão facilitar ao atendimento, porque às vezes o paciente esperava três a quatro dias. Agora, com essa iniciativa, o paciente não ficará em macas.Isso comprova nosso compromisso com o S.O.S Emergênciasde qualificar a gestão e garantir atendimento ágil e humanizado”, completou.
O ministro disse ainda que a próxima etapa será a reestruturação física do Hospital da Restauração. Para isso haverá um reforço financeiro de aproximadamente R$ 13 milhões, sendo R$ 6 milhões do governo federal e o restante do Estado de Pernambuco. “Nossa intenção é promover a reestruturação física do hospital para que a unidade esteja à altura da competência do corpo clínico e dos profissionais que trabalham no HR, e assim, atender cada vez melhor os usuários do SUS”, disse.
O projeto de reforma prevê a instalação de uma nova UTI e de rampa de acesso, além da ampliação da endoscopia e do setor de imagem, que contará com um novo tomógrafo, um novo aparelho de angiografia e de ressonância magnética, além da modernização da enfermaria.
O HR já conta recursos de R$ 3 milhões para aquisição de equipamentos. E, desde a implantação do S.O.S Emergências, em dezembro do ano passado, também já foi garantido ao hospital o repasse de 83% do total de R$ 3,6 milhões anuais.
Já foi liberado para esta unidade outros R$ 200 mil para a aquisição de computadores e a informatização da emergência, através de um sistema online que reúne todos os dados dos pacientes.
ESTRATÉGIA -O hospital também já conta com o Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), formado por representantes da Secretaria Estadual de Saúde e do próprio HR. O trabalho do núcleo é supervisionado pelo Comitê Nacional de Acompanhamento do S.O.S Emergências.
O NAQH é o responsável pela elaboração do projeto que tem objetivo de promover o enfrentamento das principais necessidades do hospital, qualificar a gestão, ampliar o acesso aos usuários em situações de urgência e garantir atendimento ágil, humanizado e com acolhimento.
AÇÕES –No hospital também teve início a gestão de leitos por meio do método Kan Ban, utilizado para controlar o tempo de internação dos pacientes e gerenciar a rotatividade de leitos. O plano de ação prevê ainda melhorias nos relatórios estatísticos, acesso mais fácil das informações do hospital por parte dos pacientes, adequação das acomodações dos pacientes, capacitação dos profissionais, melhoria na gestão dos leitos, aumento da oferta dos exames de alta complexidade, redução no tempo de espera entre outras ações.
Por Neyfla Garcia, da Agência Saúde – Ascom/MS
(61) 3315-6259 / 3315-3580
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
NOTA OFICIAL
O Sindicato Profissional dos
Auxiliares e Técnicos de enfermagem de Pernambuco vem a público esclarecer que
o Presidente JOSÉ FRANCIS HERBERT DA
CONCEIÇÃO, encontra-se licenciado da presidência da entidades desde 05 de maio
de 2012, quando se licenciou do cargo de presidente da entidade para concorre ao mandato eletivo de Vereador do Município
do Recife, entretanto o mesmo foi denunciado ao Tribunal Regional Eleitoral pelo ENFERMEIRO ALEXANDRE BORGES DA
SILVA, também postulante ao mandato
de vereador do Município do Recife.
Em face das notícias sobre ausência
de desincompatibilização, valendo-se da publicação do edital de convocação de
Assembleia da categoria publicado no dia 18 de Setembro no site do sindicato,
cujo edital está com uma assinatura extraída através de scanner como era de costume
ser colocada pelo funcionário em documento veiculado no site, que quando
alertado do equivoco pela diretoria imediatamente corrigiu erro no edital seguinte.
O fato Mostra que o ENFERMEIRO ALEXANDRE BORGES DA SILVA agiu
de forma inapropriada, oportunista, rasteira e com interesses escuso,
principalmente movido pelo desespero ao ver que todos técnicos e auxiliares de
enfermagem, buscam de fato uma representação para categoria, e cujo candidato
escolhido para tal é JOSÉ FRANCIS HERBERT DA CONCEIÇÃO.
Essa forma de ação visa, tão
somente, satisfazer vaidades pessoais, interesses individuais e a divisão da
enfermagem. O SATENPE Repudia à atitude do Referido ENFERMEIRO, que de forma equivocada tenta desconstruir um movimento que com muita luta vem sendo construído no Estado de
Pernambuco, cujo fruto é a união das forças: Técnicos, Auxiliares e Enfermeiros,
portanto no dia 07 outubro os Técnicos, Auxiliares de enfermagem e Enfermeiros
e demais profissionais de saúde do
Recife, terão a oportunidade de escolhe quem realmente de fato e de
direito lhes representa.
A DIREÇÃO
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Bebês em situação crítica na maternidade do Hospital Agamenon Magalhães
Denúncia aponta superlotação e não isolamento de contaminados
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| UCI do Agamenon Magalhães tem 14 leitos, mas atende 31 crianças. Imagens mostram crianças juntas |
Bebês recém-nascidos internados na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal do Hospital Agamenon Magalhães (UCI/HAM), no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte no Recife, passam por uma situação crítica de superlotação. Segundo o Conselho Gestor do HAM, a unidade tem capacidade para 14 leitos, mas atualmente atende 31 pacientes que necessitam de atenção especial.
Pelo menos oito desses bebês deveriam estar em ambiente isolado, conforme recomenda a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para casos de contaminação por bactérias.
As bactérias diagnosticadas foram Enterobacter Cloacae, Klebsiella Pneumoniae, Citrobacter, Serratia Marcescens, Enterobacter Aerogenes. Alguns dos bebês estão com mais de uma contaminação. Segundo as normas da Anvisa, para precaução de contato, são necessárias algumas orientações básicas, tanto para proteção dos profissionais de saúde como também para evitar contágio entre bebês. A recomendação é de que, nos casos em que não é possível fazer isolamento de quarto, os berços estejam numa distância igual ou superior a um metro.
No entanto, a realidade na UCI do HAM é bem diferente. Fotos que a Folha de Pernambuco teve acesso mostram que os bebês estão colocados próximos, a uma distância de quase um palmo.
“A situação é lamentável. O Governo não tem a estrutura que afirma ter e engana o povo”, afirmou uma técnica de enfermagem do hospital responsável pelas imagens. Ela trabalha na rede pública de saúde há mais de 20 anos e não terá o nome revelado para evitar represália. Em nota oficial, Secretaria estadual de Saúde (SES), entretanto, aponta que todos procedimentos realizados estão dentro daqueles estabelecidos pela Comissão Estadual de Infecção Hospitalar.
A situação também está complicada para gestantes ou aquelas que já tiveram o parto realizado, devido ao deficit de leitos. Algumas mães foram colocadas no corredor do hospital porque não há espaço suficiente na enfermaria. “A situação é lamentável. São misturadas as mães que já tiveram com as que ainda vão parir. Elas foram colocadas nos corredores porque o número de leitos é insuficiente”, afirmou a denunciante. Na maternidade, são 48 leitos para mulheres que já tiveram seus partos realizados. Atualmente, 61 pacientes recebem atendimento na unidade. Já a sala de parto, que tem capacidade para 25 pacientes, conta com 33 pessoas em atendimento.
O HAM é referência para partos de alto risco, mas também acaba atendendo demandas que deveriam ser supridas pelos municípios. A média é de 400 partos por mês naquela unidade. Em resposta enviada, o órgão reconhece a alta demanda na maternidade do HAM. Ainda na nota, a Saúde esclarece que houve readequação do espaço e de insumos, além de estar reforçando o número de profissionais para garantir o atendimento a todos os pacientes na unidade. A diretoria da SES afirmou também que não há falta de profissionais, tampouco de medicamentos.
A SES ressaltou que está dando prioridade ao atendimento materno infantil em Pernambuco. De acordo com a pasta, somente este ano foram investidos mais de R$ 2,6 milhões na construção de 20 novos leitos, sendo dez de UCI e dez de UTI Neonatal, no Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, o que possibilitou a realização de partos de alta complexidade na unidade, tornando-a referência para a região. As maternidades referência para atendimento de alto risco são as dos hospitais Barão de Lucena, Agamenon Magalhães, Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam) e Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip).
Fonte: 03/10/2012 07:07 - BÁRBARA FRANCO, da Folha de Pernambuco
Doação de leite é fundamental para desenvolvimento dos recém-nascidos
Maternidade Bandeira Filho possui estrutura para coleta e armazenamento do alimento
Neste mês em que é celebrado o Dia Nacional de Doação de Leite Humano, comemorado na última segunda-feira, a Maternidade Professor Bandeira Filho, localizada no bairro de Afogados, no Recife, recebeu destaque da Prefeitura municipal pelo serviço realizado. O local abriga o Banco de Leite Humano (BLH) do Recife desde 2009, e é o primeiro estabelecimento do tipo na rede municipal. Além disso, conta com uma estrutura de sete salas climatizadas para atendimento às doadoras, coleta, pasteurização, análise, estocagem e descongelamento do produto, tornando-se referência no Estado.
O atendimento, realizado de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde, é feito diariamente. Por mês, a maternidade recebe, em média, de quatro a cinco litros do líquido. Para a coordenadora do BLH, Tereza Freire, a doação de leite é tão essencial quanto outras doações. “O objetivo não só é de aliviar o excedente de leite, mas também ajudar crianças que estão precisando e que suas mães, por algum motivo de saúde, não podem retirar o próprio leite. Então, do mesmo jeito que se precisa de sangue e órgãos, se precisa também de leite humano para salvar vidas”, disse a coordenadora.
Ainda de acordo com ela, o BLH funciona 24h por dia. As mães que precisam ou que querem doar leite, podem procurar a Ouvidoria SUS Recife através do telefone 0800. 281.1520. Abrigada no local desde o nascimento da sua filha Larissa Vitória, há cerca de dez dias, Ionara Miranda, de 19 anos, não tem dúvidas de que quer participar da campanha de doação. “Quando eu cheguei aqui, eu estava sem leite e o banco deu para a minha filha. Depois eles me ensinaram a fazer as massagens pra facilitar a liberação do leite. Então, no meu caso, um dia eu precisei e agora eu vou ajudar a quem precisa”, declarou Ionara.
A mãe que for realizar o procedimento de doação, precisa ser, primeiramente, saudável, não estar sob ação de medicamentos, e possuir excedente de leite. Ao chegar na maternidade, ela também passará por uma triagem rápida. Além disso, para as que não puderem se deslocar para o local, podem optar por fazer em casa. Nesse caso, a maternidade doa os vidros da coleta já esterelizados e toda a parte de higiene da mãe como luva, toca, máscara e um material para ela saber como fazer a ordenha. O hospital também se responsabiliza em buscar o leite e levar novos vidros, caso a mãe deseje, para que ela possa continuar doando.
Fonte: 03/10/2012 07:20 - MARINA FALCÃO, da Folha de Pernambuco.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
DIA DO IDOSO
Melhor em Casa dá mais qualidade de vida ao Idoso
O programa do Ministério da Saúde atende pessoas em casa, com dificuldades de locomoção, em sua maioria com idade acima dos 60 anos
Jesus Menezes, 80 anos, tem o que comemorar hoje, Dia Internacional do Idoso. O aposentado teve o pé esquerdo salvo graças ao empenho e dedicação da equipe do Programa Melhor em Casa. Uma lesão no pé, agravada pela diabetes, levou os médicos a recomendar a amputação, mas os curativos periódicos feitos pela equipe multiprofissional descartou a cirurgia radical. Atualmente, 64,4% das pessoas atendidas pelo programa são idosos (acima dos 60 anos) – levantamento entre abril e junho deste ano – 2.302 pacientes.
Em novembro de 2011, a família de Jesus passou a receber o atendimento domiciliar de médicos e enfermeiros do Programa Melhor em Casa. “As visitas eram quase todos os dias. Os enfermeiros limpavam, passavam pomadas, faziam o curativo. E hoje ele está melhor. Eles são uns anjos”, conta a mulher de Jesus, Milce, 75 anos.As equipes multidisciplinares atendem pessoas em casa com necessidade de reabilitação motora, idosos, pacientes crônicos sem agravamento ou em situação pós-cirúrgica, com possibilidade de desospitalização.
A coordenadora da Área Técnica de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Cristina Hoffmann, explica que o programa Melhor em Casa, ao lado do Saúde da Família, é uma das vertentes da estratégia Envelhecimento Ativo, desenvolvido pelo Ministério da Saúde depois de assumir compromisso junto à Organização Mundial de Saúde. No contato com o pacienteque é assistido pelo Melhor em Casa, os profissionais desenvolvem e ensinam hábitos saudáveis de vida, como: alimentação balanceada, prática regular de atividades físicas, convivência social estimulante, atividade ocupacional prazerosa e mecanismos para atenuar o estresse. Em contrapartida, desestimulam a prática do tabagismo, o alcoolismo e a automedicação, considerados nocivos.
Segundo ela, o Melhor em Casa assume importância diante do envelhecimento natural da população brasileira. Atualmente, existem no Brasil cerca de 21 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, o que representa, aproximadamente, 11% do total da população, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estimativas da OMS apontam que de 1950 a 2025 a quantidade de idosos no país aumentará 15 vezes. Com isso, o Brasil ocupará o sexto lugar no total de idosos, alcançando, em 2025, aproximadamente 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade.
MELHOR EM CASA-- Desde o seu lançamento, em novembro de 2011, o programa já habilitou 400 Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar e 167 equipes multiprofissionais em 20 estados, alcançando 107 municípios. Deste total, 132 EMADs e 58 EMAPs já estão atendendo a população em 60 municípios de 17 estados.
“O Melhor em Casa está reabilitando os pacientes em domicílio, garantindo a continuidade do tratamento integrado à rede de atenção à saúde. Além disso, o programa possibilita a redução da internação hospitalar e reduz o tempo de permanência dos usuários internados”, explica o coordenador do programa Melhor em Casa, Aristides Oliveira.
O Ministério da Saúde custeia as equipes principais com o valor de R$ 34,56 mil mensais e R$ 6 mil/mês por equipe de apoio. Até 2014, o investimento total é de R$ 1 bilhão, para implantação de mil equipes de Atenção Domiciliar e outras 400 equipes de apoio.
INVESTIMENTOS-- O Ministério da Saúde já destinou ao programa Melhor em Casa, antes de completar um ano de existência, R$ 25,84 milhões aos estados e municípios que possuem equipes de Atenção Domiciliar implantadas. O programa também continua em plena expansão.
ASSISTÊNCIA -- As equipes multidisciplinares fazem atendimento durante toda a semana (de segunda a sexta-feira), 12 horas por dia e, podendo ser em regime de plantão nos finais de semana e feriados. Cada equipe pode atender, em média, 60 pacientes, simultaneamente. Cada paciente recebe, em média, uma visita semanal.
As equipes são formadas, prioritariamente, por médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeuta ou assistente social. Outros profissionais como fonoaudiólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, odontólogo, psicólogo e farmacêutico, além de fisioterapeuta e assistente social poderão compor as equipes de apoio.
O programa Melhor em Casa ajuda a reduzir internações desnecessárias e filas dos serviços de urgência e emergência, já que a assistência, quando há indicação médica, passa a ser feita na própria residência do paciente, desde que haja o consentimento dele e da família. Até 2014, serão implantadas equipes em todos os estados brasileiros.
Por Tinna Oliveira e Maria Vitória, a Agência Saúde – ASCOM/MS
(61) 3315-6249/2509
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Reforma sem previsão para começar
Processo de dispensa de licitação ainda está em fase de conclusão

A expectativa que se tinha que até o final deste mês as obras do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam) seriam iniciadas pelo visto vai demorar mais um pouco. Isto porque ainda não houve confirmação da empresa contratada para realizar as obras de toda a maternidade em caráter emergencial. Até o momento, conforme a assessoria de imprensa da Universidade de Pernambuco (UPE) explicou, o processo de dispensa de licitação (em caráter emergencial) ainda está em fase de conclusão. A expectativa é de que nesta sexta-feira seja finalizado o processo. Logo após essa fase, será encaminhado para a empresa ganhadora a ordem de serviço para a execução.
Em posse do documento, a empresa ainda terá que se organizar para iniciar as obras. Contudo, os serviços deverão ser concluídos num prazo de seis meses, conforme ressaltou o secretário de Ciência e Tecnologias, Marcelino Granja. A reforma contemplará a substituição da coberta e telhado, rede elétrica e climatização da unidade.
Além disso, serão instalados sete leitos de UTI materna e uma sala de parto natural. Com a reforma, os serviços de ginecologia serão relocados para o Hospital Universitário Osvaldo Cruz (HUOC). O atendimento de obstetrícia será realizado no Hospital Alfa, em Boa Viagem. Conforme a assessoria de Imprensa da UPE, independente do início das obras, a relocação dos atendimentos para o Alfa e HUOC estão em processo de adequação.
Fonte: 28/09/2012 01:24 - ANDERSON BANDEIRA, da Folha de Pernambuco
SATEMRJ FAZ CONSULTA PÚBLICA À CATEGORIA DE ENFERMAGEM E OUTROS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Contatos afetivos com pacientes podem ser vistos de forma comum?
No dia 18 de setembro de 2011, o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu reportagem em conjunto com o Departamento de Fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem do Estado do Rio de Janeiro, com aproximadamente 20 minutos, com o título: CRISE NA ENFERMAGEM. Durante as denúncias, o programa também falou sobre o excesso de trabalho e a falta de profissionais de enfermagem, principalmente nos hospitais de emergência. Além disso, a reportagem mostrou o acúmulo de função e os baixos salários que sobrecarregam o cotidiano desses profissionais.
Durante a matéria, os auxiliares e técnicos em enfermagem acabaram tendo sua imagem denegrida, insinuando que toda a categoria cometesse erros na assistência aos pacientes. Na mesma reportagem, uma cena marcante gerou um grande questionamento. Uma enfermeira, ao receber um paciente que acabara de sair da UTI após passar por uma cirurgia cardíaca, tem como primeira atitude beijar a testa do paciente. A imagem sugeria que o ato de beijar o paciente seria uma forma humanizada de tratamento. No entanto, desde a exibição do programa, a conduta vem sendo questionada por profissionais da área no que se refere à ética profissional.
Supondo que um profissional do sexo masculino tivesse a mesma conduta, beijando a testa de uma paciente do sexo feminino, a situação seria vista como tratamento humanizado ou caracterizaria assédio moral?
Para ver o vídeo, clique aqui.
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