quarta-feira, 24 de julho de 2013

Enfermeiros paralisam de novo na capital e querem reajuste

Os enfermeiros de Teresina realizam mais uma paralisação nesta terça-feira (23). O protesto faz parte de um calendário de ações que vem sendo realizado desde o início do mês e trabalhadores reivindicam, entre outros pontos a criação do plano próprio de cargos, carreira e salário, além de reajuste no vencimento.

O presidente interino do Sindicato dos Trabalhadores em Enfermagem no Piauí (Senatepi), Erik Ricceli, descreve que foram realizadas paralisações nos dias 8 e 16 e está programada outra para o dia 29 na capital. Durante o movimento, os técnicos, enfermeiros e auxiliares trabalham apenas nos setores de urgência e emergência.

“Já conversamos com o secretário municipal de Governo, Luciano Nunes, e a prefeitura está elaborando uma minuta com a proposta e nós também já estamos elaborando a nossa para a reunião marcada para o dia 29. O plano de carreira é promessa desde março”, pontua Ricceli.

O presidente interino acrescenta que o técnico de enfermagem na capital recebe atualmente  R$ 578, menos que um salário mínimo, e reivindica também o piso de R$ 3.700 para o enfermeiro que trabalha em Atenção Básica; o valor pago hoje é de R$ 1.600, segundo Erik Ricceli.

Já em Parnaíba, a manifestação ocorre nos dias 26, 27 e 28, e a reivindicação é a pelo pagamento da Gimas, gratificação paga pelo Estado a todos os profissionais de saúde que na cidade litorânea estaria sendo paga apenas aos médicos.

Carlos Lustosa Filho
redacao@cidadeverde.com

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Sindicato dos Enfermeiros vai fazer paralisação geral dia 29


O Sindicato reivindica melhorias salariais
 Lyza Freitas

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Piauí- Sinatepi, realizou paralização parcial nessa terça-feira (23), já avisando que dia 29 de julho vai haver paralização geral. Desde fevereiro de 2013, a categoria vem tentando uma negociação com o governo, que não tem atendido suas reivindicações, de acordo com o presidente do Sindicato, Erick Riccely.

O presidente diz que a medida foi tomada depois que a categoria não viu nenhuma atitude do governo para corrigir as injustiças cometidas contra os profissionais, em relação ao reajuste de salário.  “Mesmo depois do reajuste de salário dado a todos os servidores públicos da Prefeitura de Teresina no mês de maio, o salário do técnico de enfermagem do nível médio não chega ao valor do salário mínimo. Hoje ele é de R$ 615,00. É precário que um profissional ganhe um valor menor do que o salário mínimo”, destacou.

Outra paralização já havia acontecido no dia 16 de julho, quando a Prefeitura de Teresina, na pessoa do Secretário de Administração, Luciano Nunes, prometeu formar uma comissão para elaborar um Plano de Cargos e Salários de Enfermagem, que deveria ter sido apresentado em junho à categoria.

Nessa terça-feira o secretário de administração se comprometeu a mais uma vez entregar uma proposta de Plano de Cargos e Salários no dia 29 de julho, quando foi marcado estrategicamente pelo Sindicato, o dia de paralização geral da categoria.

Durante a paralização, foi realizada uma reunião e os profissionais decidiram que elaborarão um Plano de Cargos e Salários independente do que será formulado pelo governo, para terem o que confrontar, caso o Plano da Prefeitura seja apresentado. Erick diz que se eles não concordarem com a minuta apresentada, eles irão parar os atendimentos de vez em toda a capital, até chegarem a um acordo com a Prefeitura.

O Sinatepi reivindica também o fim das gratificações, pois defende somente o recebimento dos vencimentos de acordo com o grau de escolaridade do profissional, que deve aumentar ao mesmo tempo em que o nível de qualificação.

De acordo com o Sindicato, existe atualmente no Piauí cerca de 3 mil profissionais da enfermagem, sendo que do total, quase 70% é sindicalizado.

Atualizado em 24 de Julho de 2013 às 10:19.
Sindicato dos Enfermeiros vai fazer paralisação geral dia 29

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Prefeito veta projeto de 30 horas para enfermagem


O prefeito Carlos Pupin (PP) vetou totalmente o projeto de lei de autoria dos vereadores de Maringá, aprovado no último dia 18, que estendeu aos enfermeiros a jornada de trinta horas semanais que hoje beneficia os cargos de serviço social, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e farmácia, bem como os enfermeiros e técnicos em radiologia, pertencentes ao quadro de servidores efetivos ou submetidos ao regime de emprego público.

“Se promulgado este projeto, acarretará a necessidade de aumentar o número de vagas do cargo de enfermeiro e de contratar novos servidores para suprir a demanda da rede municipal de saúde e de servidores do Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família)”, justifica.

“De acordo com a Portaria Ministerial nº, 2.027, de 25 de agosto de 2011, obrigatoriamente, os servidores que atendem ao Nasf devem cumprir a carga horária de 40 horas semanais para que o município continue recebendo os incentivos financeiros repassados pelo Ministério da Saúde”, acrescenta. No primeiro semestre deste ano, os vereadores derrubaram cinco projetos que haviam sido vetados por Pupin.

(Fonte: Angelo Rigon)

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SINADEN IRÁ DISCUTIR SISTEMATIZAÇÃO DA ASSSITÊNCIA DE ENFERMAGEM

O 11º SINADEn será realizado no período de 1º a 3 de agosto de 2013, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), sendo as atividades pré-evento ocorrerão no dia 31 de julho de 2013. O tema escolhido para este ano é Sistematização da Assistência de Enfermagem e Responsabilidade Social nos Campos de Prática Profissional, envolvendo os seguintes eixos temáticos: ensino, assistência, pesquisa e gestão.

Estão previstos dois dias e meio de atividades na modalidade de cursos pré-evento, conferências, mesas redondas, mesas coordenadas, sessões de pôsteres que contarão com a presença de conferencistas reconhecidos nacional e internacionalmente além da possibilidade dos autores de trabalhos científicos, concorrerem ao “Prêmio Maria Miriam Lima da Nóbrega”.
Conheça a programação e faça sua inscrição acessando:
http://www.abeneventos.com.br/11sinaden/programacao.html

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Vila de Abrantes: laudo aponta que criança morreu por envenenamento

Um laudo do Instituto Médico Legal sobre a morte de um menino de 11 meses no ano passado inocentou a enfermeira Maria das Graças Lopes Campos, segundo o Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA). Na época, houve acusações de que uma lavagem estomacal feita de maneira inadequada poderia ter contribuído para a morte da criança.

O laudo apontou que a causa do falecimento da criança foi o envenenamento e não teve qualquer relação com o procedimento feito pela enfermeira. Em nota, o Procen reforça que a profissional tem "competência técnica, científica e legal para a execução de procedimentos" como a lavagem estomacal.

Por conta do resultado do laudo, o Coren fará no dia 2 de agosto, no auditório de sua sede nos Barris, uma sessão de desagravo em favor da enfermeira.

O caso
A enfermeira estava de plantão no posto de Vila de Abrantes, em Camaçari, quando chegaram os pais com o pequeno Roger Andrey dos Santos Souza. Eles informaram que a criança tinha comido um pedaço de calabresa que continha veneno de rato. O médico responsável prescreveu uma lavagem estomacal.

Durante o procedimento, feito pela enfermeira, a criança começou a piorar, apresentando os sinais de envenenamento, e morreu em seguida. O Coren critica o fato da enfermeira ter sido repetidamente acusada em público pela morte da criança, mesmo antes da divulgação do laudo.

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Técnicos em enfermagem protestam no centro de Salvador

Manifestantes caminham do Campo Grande para a Av. Sete.
Eles pedem implantação de piso salarial e pagamento de hora extra.


Categoria se concentrou na Praça da Piedade (Foto: Imagem/ TV Bahia)

Um grupo de cerca de 100 técnicos em enfermagem de unidades particulares de saúde protestam na manhã desta terça-feira (23) no centro da capital baiana. De acordo com a Transalvador, o grupo de profissionais segue em caminhada da Praça do Campo Grande para a Avenida Sete, o que causa transtornos no trânsito na região.

Técnicos em enfermagem mostram reivindicações (Foto: Imagem/ TV Bahia)

Por volta das 11h, os manifestantes se concentravam na praça da Piedade. Entre as reivindicações da categoria estão a implantação do piso salarial, melhor tratamento e pagamento da hora extra.

Procurado pelo G1, o Conselho Regional de Enfermagem na Bahia (Coren-BA) diz que vai buscar informações sobre o movimento para se posicionar a respeito.

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Fonte: g1.globo.com/bahia

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Que venham os médicos estrangeiros!

 
A polêmica sobre os médicos estrangeiros

Uma abordagem do problema frente aos dados da situação no país
O governo federal enviou ao Congresso uma Medida Provisória, o programa “Mais Médicos”, que prevê, se necessário, a contratação de médicos estrangeiros. A medida abriu uma grande polêmica. A discussão deve ser feita à luz dos dados da realidade do atendimento médico no país.

A Medida Provisória visa levar médicos para regiões do país onde há uma carência deste profissional. As vagas não preenchidas por médicos formados no Brasil, que têm prioridade, poderão ser ocupadas por médicos formados em outros países. Os médicos receberão uma bolsa de R$ 10 mil para o atendimento básico na rede pública.

As entidades médicas se contrapõem à medida. Entre os argumentos, levantam a necessidade de manter o REVALIDA, prova de validação dos diplomas dos estrangeiros, criado em 2011. O governo prevê contratos de três anos e registro provisório para esses médicos, que só poderão exercer a profissão nestas regiões e na atenção básica.

Outra medida do governo que abriu polêmica é a proposta que estudantes de medicina prestem dois anos de serviços no SUS. Uma medida que busca fazer com esses profissionais se dediquem à carreira pública. Para que a saúde seja de fato pública, com um serviço público de qualidade, é justo esse incentivo aos novos profissionais, e não jogá-los na iniciativa privada.


Falta de médicos e disparidade

De fato, os dados demonstram que faltam médicos no país, em especial em regiões carentes. Há cerca de 388 mil médicos, o que dá uma média nacional de 1,8 por mil habitantes. Mas existem 700 municípios, 15% do total, que não possuem um único profissional de saúde. Em 1,9 mil municípios a relação é de menos de um médico por habitante. Há grande disparidade na distribuição dos médicos nas regiões. São 22 estados abaixo da média nacional. Enquanto que, no Distrito Federal, a proporção é de 3,4 médicos para mil habitantes e, em São Paulo, é de 2,4, no Maranhão essa proporção despenca para 0,58!Como é possível fechar os olhos para essa situação? A Organização Mundial da Saúde preconiza um médico para cada mil habitantes.


Reverter a privatização da saúde

A situação coloca a discussão sobre o sistema de saúde no país, para além de uma medida emergencial, para que a população tenha o direito de ser atendida em função de suas necessidades, e não do que podem pagar.

Nisso, o governo tem toda a responsabilidade. É preciso frear a privatização da saúde, seja através da entrega à saúde privada (convênios, seguros) ou às Organizações Sociais, que abocanham verbas públicas para o setor privado, transformando a saúde num grande negócio. Há muito mais médicos no Sul e Sudeste, quase todos no setor privado, ou seja, a saúde “funciona melhor” onde pode se pagar pelo serviço. A saúde é um direito garantido constitucionalmente e o governo deve ser o primeiro a preservá-lo.

O programa “Mais Médicos” só pode ser aceito se de fato for provisório. Para resolver os problemas de saúde é preciso começar por reverter a sua privatização, com o governo federal revogando a Lei 9637/98 de FHC, que criou as Organizações Sociais.

É preciso abrir a discussão de uma Carreira Nacional, não só de médicos, mas de profissionais da saúde, estabelecendo um piso salarial nacional, uma carreira que garanta mobilidade, ou seja, no inicio da carreira o profissional atuaria nas regiões carentes, podendo ser removido para outras regiões de acordo com o desenvolvimento da carreira. É necessário criar universidades públicas de medicina nas regiões carentes com a construção de hospitais universitários para avançar a saúde pública no país.

São medidas que exigem o aumento de verbas, 10% da receita bruta da União, como pedem entidades e movimentos, exclusivamente para a saúde pública.

João Antonio

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Fonte: otrabalho.org.br

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Nota de Repúdio contra a violência policial nas manifestações da enfermagem em Pernambuco

O Sindicato  Profissional dos Auxiliares e técnicos de Enfermagem de Pernambuco - SATENPE,  vêm a público manifestar repúdio a ação violenta e arbitrariedade do Governo do Estado de Pernambuco, através do  da Polícia Militar, contra um grupo de profissionais de enfermagem,  que exerciam o seu direito legitimo de manifestação e expressão, no último dia 17 de julho, na  Av. Agamenon  Magalhães - em frente ao Hospital da Restauração.

O que se viu na manifestação foi uma descomunal violência por parte da polícia, incompatível com o Estado Democrático de Direito. Profissionais de enfermagem foram covardemente encurralados pelo GOE Grupo de Operações Especiais que usou da força e coação ditatorial contra cidadãos da enfermagem. A ação foi um flagrante desrespeito aos direitos humanos e à liberdade de expressão. Lamentavelmente, no Estado de Pernambuco, as manifestações da população vêm sendo tratadas dessa forma pelo Governo do Estado.

Diante dos fatos mencionados, o SATENPE exige a imediata apuração das responsabilidades pelas agressões, especialmente as praticadas contra a profissional  de enfermagem, Drª Carmela e a punição dos autores e de quem autorizou estas barbáries. Se o Governo do Estado não der essa resposta à enfermagem e à sociedade, ficará registrado na história de nosso estado a sua conivência com tais atentados que ferem a liberdade democrática, conquistada pelo povo brasileiro.

O Sindicato Profissional dos Auxiliares e Técnicos de enfermagem de Pernambuco denuncia aos organismos internacionais da categoria e de defesa dos direitos humanos a violência praticada contra profissionais de enfermagem. Vale lembrar que em defesa da liberdade de expressão e de estado democrático de direito  muitos foram silenciados.
Também ressaltamos que os gritos das ruas precisam ser ouvidos pelos poderes constituídos e não reprimidos como vem ocorrendo no estado de Pernambuco.

Recife, 18 de julho de 2013.

Diretoria do  Profissional dos Auxiliares e técnicos de Enfermagem de Pernambuco - SATENPE

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segunda-feira, 15 de julho de 2013

O Brasil nas ruas - Pesquisa diz que engajamento político mudou com as redes sociais

Os jovens brasileiros desconfiam dos políticos e estão cada vez mais desencantados com os partidos. Isso não provoca, no entanto o seu afastamento automático de atividades politicamente engajadas. Ligado a organizações que se caracterizam pelo uso de redes sociais e pela estrutura pouco hierarquizada, um número significativo de jovens está se mobilizando em torno de um amplo leque de questões políticas e sociais.

Temas que vão da mobilidade urbana à organização de grupos de hip hop e cineclubes na periferia das grandes cidades fazem parte do cotidiano desses moças e moças, de acordo com três grandes pesquisas realizadas recentemente sobre juventude no Brasil. Embora conduzidas por diferentes pesquisadores e com focos diversos, as três apontaram na mesma direção.

A mais ampla delas, apoiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi concluída no ano passado. Ouviu cerca de quatro mil jovens e a análise de seus resultados ainda não foi completamente esgotada.

Denominada Juventude e a Experiência da Política no Contemporâneo, essa pesquisa focalizou grupos organizados e fora das estruturas políticas partidárias. O resultado surpreendeu os pesquisadores, sobretudo pela sua variedade.

Foram localizados desde estudantes fortemente articulados no Movimento Passe Livre na Região Sul a grupos de hip hop no Nordeste. A lista também inclui jovens em sindicatos rurais, coletivos em escolas públicas e privadas e rádios comunitárias, entre outros casos. "Nos deparamos com muitos grupos em diferentes inserções, em torno de algum objetivo comum, visando alguma transformação social", diz a coordenadora da pesquisa, a psicóloga Lucia Rabello de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Uma das características desses grupos que mais chamaram a atenção foi o desencanto com as formas convencionais de fazer política. "Eles se queixam de estruturas muito verticais e hierarquizadas, com pouco espaço para o que têm a dizer", relata a coordenadora.

Periferia

Também em 2012, quando ainda pareciam inimagináveis as marchas de protesto ocorridas neste ano, a pesquisa Comunicação e Juventudes em Movimento, organizada pelo Instituto Brasileira de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), apontou na mesma direção. Mesmo com foco mais restrito, de estudos de caso, ela detectou a efervescência de movimentos de jovens de periferia que recorrem cada vez mais a novas tecnologias de comunicação para se organizar e agir.

A coordenadora da pesquisa, socióloga Marina Ribeiro, observa que, embora a porcentagem de jovens organizados ainda seja muito pequena, é significativo o fato de estarem se estruturando cada vez mais fora dos partidos, sindicatos e movimentos sociais já conhecidos. A estudiosa também assinala a existência de um alto grau de insatisfação entre esses jovens.

Ela é causada por razões que vão da precariedade de serviços públicos à falta de acesso a bens de consumo. "Foram essas insatisfações que levaram um milhão de pessoas às ruas", diz.

A terceira pesquisa, Quebrando Mitos: Juventude, Participação e Políticas, é a mais antiga das três. Realizada em 2008, ela detectou insatisfação dos jovens com a estrutura partidária onde menos se esperava, entre militantes de partidos.

Para a coordenadora do estudo, a socióloga Miriam Abramovay, o resultado foi um anúncio: "Ao rever o que apuramos no levantamento, concluo que tudo o que vimos agora na rua está sendo anunciado há algum tempo".

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Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 12 de julho de 2013

SATENPE participa de protestos no centro do Recife (PE)


11 de julho de 2013. O dia em que o Brasil parou e os profissionais de enfermagem participaram da luta, pelas 30 horas, contra o ato médico e demais pautas.


 Concurso e as 30 horas da enfermagem



 O SATENPTE e o SEEPE estiveram presentes em defesa de suas pautas



 É necessário que o maior número possível de profissionais estejam nas ruas!



 O SATENPE acredita nessa luta!




 Essa luta é nossa!




Governador Eduardo Campos, o que você fez pela saúde de Pernambuco?




Flavyana Silva dos Santos, Ademir Luiz, Lucicleide e Wagner Cordeiro



Ademir Luiz, Lucicleide Costa, Wagner Cordeiro e Carmila Alencar



Previa das manifestações do centro do Recife




 Manifestação do SATENPE




 As 30 horas da enfermagem foi a principal bandeira




 Reivindicações por melhores salários




 Queremos as 30 horas, já!




 Todos juntos em defesa de seus direitos




Juntos Somos Mais Fortes!



 Sim, servidor valorizado, serviço público eficiente!




 Ao centro o companheiro Sérgio Goiana, guerreiro que apoia a luta da enfermagem em Pernambuco




As ruas do centro do Recife tomadas pelos trabalhadores



Todas as centrais sindicais unidas em prol da defesa dos interesses dos trabalhadores

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